Estagiária docente: Luísa Peixoto Ementa



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Universidade Federal de Santa Catarina

CFH- Departamento de Antropologia

Disciplina: ANT 7014-Antropologia da Arte

Curso de graduação em Museologia

Professora: Maria Eugênia Dominguez

2014 2

Estagiária docente: Luísa Peixoto


Ementa: A construção da arte como objeto de estudo antropológico: etnoestética, etnomusicologia, etnocoreologia e outros sub-campos da área. Arte como código sócio-cultural: principais tendências teórico-metodológicas. Arte e artisticidade. Artes populares, eruditas, folclóricas e indígenas. Etnografias clássicas, modernas e recentes sobre a arte.

Metodologia: A disciplina realizará uma introdução aos conceitos e noções que orientam a reflexão antropológica sobre arte. Ela consistirá em aulas expositivas e dialogadas; discussão a partir da leitura dos textos; elaboração de textos individuais e em grupos pelos alunos e apresentação oral dos textos do programa e leituras complementares pelos alunos.

Avaliação: será avaliado o progresso do aluno em sua habilidade de argumentação e reflexão teórica, a partir dos conceitos trabalhados ao longo do curso. Na avaliação serão levados em consideração o seminário apresentado em sala pelos alunos (40%) e o trabalho final escrito (60%). A nota média mínima para aprovação é 6.

Recuperação: Os alunos com frequência suficiente e nota final entre 3,0 e 5,5 poderão realizar uma prova de recuperação, contemplando toda a matéria do semestre, ao final da disciplina.
Programa de leituras (sujeito a alterações ao longo do semestre):
11/08: Apresentação da disciplina e do programa de leituras

18/08: Questões e Temas na Antropologia da Arte

Price, Sally. 2000. “Introdução”, Arte Primitiva em Centros Civilizados. Rio de Janeiro: Edufrj. 19-45.


Montardo, Deise Lucy O. e Guillermo Wilde. 2011. “Introducción: Objetos, lenguages e estéticas sonoro-visuales ameríndios”, Trans- Revista Transcultural de Música/Transcultural Music Review 15.
25/08: Questões e Temas na Antropologia da Arte 2.

LAGROU, Els. 2009. Arte indígena no Brasil. Belo Horizonte: C/Arte.


VIDAL, Lux. O sistema de objetos nas sociedades indígenas: arte e cultura material. Em SILVA, Aracy Lopes da; GRUPIONI, Luiz D. Benzi. Temática indígena na escola. São Paulo: Global, 1998. Pp. 369-402
01/09: Olhares sobre os objetos de arte

Vidal, Lux e Aracy Lopes da Silva. 1992. Antropologia Estética: Enfoques Teóricos e Contribuições Metodológicas, in Grafismo Indígena: Estudos de Antropologia Estética, Lux Vidal, org., São Paulo: Studio Nobel/Fapesp/Edusp, pp. 279-293.

Levi-Strauss, Claude. “Nalike”, “Uma sociedade indígena e seu estilo”, em Tristes Trópicos, SP: Companhia das Letras, 1996, pp. 159-232.
08/09: Arte, tempo, historia

ALMEIDA, K.P. de. “Por uma semântica profunda: arte, cultura e história no pensamento de Franz Boas:. Mana, v.4, n.2, 1998, pp. 7-34


Lévi-Strauss, Claude. “Olhares sobre os objetos”, em Olhar , escutar, ler. SP: Companhia das Letras, 1997. Pp. 119-140.


15/09: Arte Primitiva e o mundo moderno

Clifford, James. 1998. Sobre o Surrealismo Etnográfico, in A Experiência Etnográfica: Antropologia e Literatura no Século XX, Rio de Janeiro: Edufrj, pp. 132-178.


Price, Sally. 2000. “O principio da universalidade”, “Anonimato e atemporalidade”, “Objetos de arte e artefatos etnográficos”. Arte Primitiva em Centros Civilizados. Rio de Janeiro: Edufrj, pp. 46-62; 87-101; 120-142
22/09: Arte, museus e hierarquias sociais

BOURDIEU, Pierre e DARBEL, Alain. O amor pela arte - os museus de arte na Europa e seu público. São Paulo: EDUSP/ Porto Alegre: Zouk, 2007. "o ar do tempo" p.17-22, "procedimentos de pesquisa" p.23-36, "obras culturais e disposição culta" 68-112, "conclusões" 162-169 "apêndice 1 - questionários utilizados e métodos de sondagem" p173-189.


Bourdieu, P. 1984. A distinção. Crítica Social do julgamento. SP : Souk. Unesp. pp. 9-42.
29/09 Arte, tecnologia, política e mercado 1

Adorno, Theodor W. 1986. A Indústria Cultural, in Sociologia: Theodor W. Adorno, G. Cohn, org., São Paulo: Ática, pp. 92-99.


Jacques, Tatyana. O puro e o impuro
no universo das concepções musicais de bandas de rock independente de Florianópolis (SC) REVISTA DE ANTROPOLOGIA, SÃO PAULO, USP, 2007, V. 50 No 2.

06/10: - Arte, tecnologia, política e mercado 2

Benjamin, Walter. 1969. A Obra de Arte no Tempo de suas Técnicas de Reprodução, in Sociologia da Arte, IV, G. Velho, org., Rio de Janeiro: Zahar, pp. 15-47.


Benjamin, Walter. 1931. Pequeña historia de la fotografia. Wlater Benjamin. Papeles Escogidos. Bs As: Imago Mundi. 105-119.
13/10: Trabalho de pesquisa para a elaboração do trabalho final.

20/10: Arte, tecnologia, política e mercado 3

Turner, T. 1993. Imagens Desafiantes: A Apropriação Kaiapó do Vídeo, in Revista de Antropologia 36: 81-121.

Menezes Bastos, Rafael. 2011. "Etnomusicología, producción de conocimiento y apropiación indígena de la fonografía: el caso brasileño hoy en día." TRANS-Revista Transcultural de Música/Transcultural Music Review 15
27/10: Arte, tecnologia política e mercado 4

Coelho, Luís Fernando Hering. 2004. Música Indígena no Mercado: Sobre Demandas, Mensagens e Ruídos no (Des)Encontro Musical, in Campos, 5(1).

Mello, Maria Ignez Cruz. 2003. Arte e Encontros Interétnicos: A Aldeia Wauja e o Planeta, Antropologia em Primeira Mão 54 (19 p).

03/11: A música e a invenção dos Brasis

Menezes Bastos, Rafael José de. 1996. A "Origem do Samba" como Invenção do Brasil (Por que as Canções têm Música?), in Revista Brasileira de Ciências Sociais 31: 156-177.


Oliveira, Allan de Paula. 2013. “Brasil. Capital: Asunción”.

TRANS-Revista Transcultural de Música/Transcultural Music Review 17


10/11: Performance e Performatividade

MADRID, Alejandro . 2009. ¿Por qué música y estudios de performance? ¿Por qué ahora?: una introducción al dossier. TRANS-Revista Transcultural de Música/Transcultural Music Review 13


Seeger, Anthony. 2008. Etnografia da música. Revista Cadernos de Campo, nº17, 2008. Disponível em:

http://revistas.usp.br/cadernosdecampo/article/view/47695/51433


17/11: Performance como evento na Arte

Langdon. Esther Jean. Performance e sua diversidade como paradigma analítico. A contribuição da abordagem de Bauman e Briggs. Ilha. Revista de Antropologia. Vol 8, 2008, pp. 163-183.


BAUMAN, R, BRIGGS, C. “Poética e Performance como perspectivas críticas da vida social.” Ilha. Revista de Antropologia. Vol 8, 2008, pp.185-230


24/11: Antropologia e danças

ZEMP. Hugo. 1998. “Para entrar na dança.” Em Camargo, G.G.A (0rg.) Antropologia da dança. Fpolis: Insular, 2013. Pp. 31-56


KAEPPLER, Adrienne. “Dança e o conceito de estilo.” Em Camargo, G.G.A (0rg.) Antropologia da dança. Fpolis: Insular, 2013. Pp. 87-96.


01/12: Entrega do trabalho Final

08/12: Prova de Recuperação




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