Avaliação da toxicidade dos Frutos de Eugenia Uvalha Cambess ("uvaia") e possíveis



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Avaliação da toxicidade dos Frutos de Eugenia Uvalha Cambess (“uvaia”) e possíveis 

alterações histológicas e ultraestruturais no sistema nervoso de Ovinos. 

 

Aldo Gava¹, Ana Paula Mori², Sandra Davi Traverso³,Tiffany Christiny Emmerich da Silva



4

, Vanessa 

Borelli

4

, Franciele Adriane Molossi



5

 

 



 

Palavras-chave: ovino, uvaia, intoxicação.  

 

Nos municípios de Chapecó e São José do Cerrito, na região Oeste e Serrana do estado de Santa Catarina, 



observou-se uma enfermidade que afeta ovinos caracterizada por sinais neurológicos. Os casos ocorreram 

durante os meses de fevereiro a março de 2009 a 2013 e  foram associados à queda dos frutos da 

“uvaieira” (Eugenia uvalha Cambess). Durante o ano de 2014 não houve frutificação, que pode estar 

relacionada à ciclicidade entre anos, característica de algumas plantas. Nas propriedades onde ocorreram 

os surtos os animais consumiam avidamente os frutos caídos ao chão em grande quantidade. Em 2012 foi 

realizada reprodução experimental, com o objetivo de avaliar aspectos clínicos e lesionais da enfermidade. 

Foram administrados os frutos de uvaia nas doses diárias de 45,45g/kg, 68,18g/kg e 82,35g/kg, e após 4 à 

5 dias do consumo houve a reprodução do quadro de intoxicação. Os animais apresentaram salivação, 

apatia intensa, andar em círculos, cegueira, ranger de dentes, incoordenação motora, opistótono e 

convulsões, seguidos de morte. Ao exame de necropsia, foram encontrados fragmentos do fruto e frutos 

inteiros misturados ao conteúdo dos pré-estomagos, porém, não foram observadas alterações 

macroscópicas ou histológicas. Os animais que sobreviveram apresentaram sequelas, como opistótono e 

convulsões intermitentes. Outras plantas já são conhecidas dos produtores rurais por causarem intoxicação 

em ovinos e sua importância econômica e sanitária varia conforme a região contudo, até o momento a 

toxicidade desta planta para a espécie ovina era desconhecida.  

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

_______________________________ 



 

1

 Orientador, Professor do Departamento de Patologia Animal, LAPA – UDESC – a2ag@cav.udesc.br 



2

 Acadêmico(a) do Curso de Medicina Veterinária  - CAV-UDESC, bolsista de iniciação científica PROBIC-UDESC 

3

 Professor Participante do Departamento de Patologia Animal, LAPA – UDESC – a2sdt@cav.udesc.br 



4

 Doutoranda do Programa de Pós Graduação em Ciência Animal, PPGCA – CAV-UDESC 



5

 Acadêmico(a) Participante do Curso de Medicina Veterinária  - CAV-UDESC 





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